Global
Todas

Filtrar por:

O Landsat tem uma resolução média de 30m, por isso é comum associar a área de um pixel a 900 m². Mas, como os dados originais do Mapbiomas são criados seguindo a representação padrão GEE (Lat/Long e WGS84), nativamente não se utiliza de uma projeção equivalente (equal area). Assim, a distância do alvo até a Linha do Equador influencia o tamanho do pixel. Portanto, na escala continental do Brasil, deve-se evitar o cálculo contando os pixels e multiplicando por 900 m². No MapBiomas, aplicamos dois métodos para cálculo de área:

(i) Quando realizado fora do Google Earth Engine, reprojetamos o dado MapBiomas para o sistema UTM e calculamos o valor métrico do pixel central, localizado na intersecção entre a carta 1:250.000 (padrão IBGE) e área de interesse. Em seguida, contabilizamos todos os pixels dentro da área de interesse e multiplicamos pelo valor de referência, em m², do pixel central anteriormente calculado. Este método foi aplicado por exemplo, em toda a estatística das Coleções 2 e 2.3.

(ii) Quando o cálculo é realizado dentro do Google Earth Engine, aplicamos a função ee.Image.pixelArea() que gera uma imagem na qual o valor de cada pixel é a área desse pixel em metros quadrados, levando em consideração eventuais distorções cartográficas. Este método foi aplicado a partir da Coleção 3.

Mapas de cobertura e uso da terra feitos na escala do MapBiomas (pixel de 30m) e série temporal longa são impraticáveis em formato vetorial. Todo o processamento do projeto é feito em formato raster, pixel a pixel.

Todos os dados do MapBiomas são organizados por coleções numéricas. O número mais alto representa sempre a versão mais recente, que substitui integralmente as anteriores, pois reprocessa todo o histórico de anos anteriores com algoritmos aprimorados.

As classes que possuem beta, em geral, são uma primeira versão do mapeamento destas classes, ainda de forma preliminar, para uma melhor versão na próxima coleção. Ao mesmo tempo, em algumas das classes beta ainda não foi possível realizar o mapeamento em todo o território nacional, mas já se obtém um bom resultado nas principais áreas de ocorrência destas classes.

 

O MapBiomas envolve pesquisadores e especialistas em sensoriamento remoto, ciência da computação e dos biomas e dos principais usos da terra do país. Esta equipe trabalha em seus escritórios e laboratórios espalhados por várias cidades brasileiras, incluindo Belém, Recife, Florianópolis, São Paulo, Brasília, Goiânia, Feira de Santana e Porto Alegre. Todo o trabalho é feito utilizando computação em nuvem através da plataforma Google Earth Engine.

 

Não encontrou sua resposta?

Entre em contato com a equipe MapBiomas