{"id":9053,"date":"2026-06-16T09:34:10","date_gmt":"2026-06-16T12:34:10","guid":{"rendered":"https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/?p=9053"},"modified":"2026-06-16T09:34:12","modified_gmt":"2026-06-16T12:34:12","slug":"amazonia-recupera-superficie-de-agua-apos-dois-anos-de-seca-severa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/en\/2026\/06\/16\/amazonia-recupera-superficie-de-agua-apos-dois-anos-de-seca-severa\/","title":{"rendered":"Amaz\u00f4nia recupera superf\u00edcie de \u00e1gua ap\u00f3s dois anos de seca severa"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large is-resized\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2026\/06\/738a9d9c-4ff6-4ed3-8c7d-6e285415cc63-1024x682.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-9054\" width=\"523\" height=\"348\" srcset=\"https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2026\/06\/738a9d9c-4ff6-4ed3-8c7d-6e285415cc63-1024x682.png 1024w, https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2026\/06\/738a9d9c-4ff6-4ed3-8c7d-6e285415cc63-300x200.png 300w, https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2026\/06\/738a9d9c-4ff6-4ed3-8c7d-6e285415cc63-768x511.png 768w, https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2026\/06\/738a9d9c-4ff6-4ed3-8c7d-6e285415cc63-18x12.png 18w, https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2026\/06\/738a9d9c-4ff6-4ed3-8c7d-6e285415cc63.png 1537w\" sizes=\"(max-width: 523px) 100vw, 523px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>16 de junho de 2026<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>MapBiomas identifica aumento da superf\u00edcie coberta por \u00e1gua na regi\u00e3o amaz\u00f4nica em 2025, com Par\u00e1 e Amazonas liderando ganhos no bioma; Pantanal fica 56% abaixo da m\u00e9dia hist\u00f3rica, o pior resultado entre biomas brasileiros<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s dois anos consecutivos de seca severa, a Amaz\u00f4nia recuperou a superf\u00edcie de \u00e1gua em 2025, ano em que esteve abaixo da m\u00e9dia hist\u00f3rica durante apenas dois meses. O bioma, que concentra 61,4% de toda a superf\u00edcie de \u00e1gua do Brasil, tem como destaque os estados do Par\u00e1 (+142 mil hectares) e Amazonas (+87 mil hectares), que tiveram os maiores ganhos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia hist\u00f3rica entre 1985 e 2025. Os dados s\u00e3o do MapBiomas, iniciativa multi-institucional que monitora transforma\u00e7\u00f5es na cobertura e uso da terra no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA recupera\u00e7\u00e3o da superf\u00edcie de \u00e1gua na Amaz\u00f4nia em 2025 \u00e9 um sinal positivo ap\u00f3s dois anos de seca severa. Em 2025, a superf\u00edcie de \u00e1gua ficou acima da m\u00e9dia hist\u00f3rica, associada ao aumento da precipita\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. No entanto, mesmo com essa recupera\u00e7\u00e3o, a situa\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 preocupante no longo prazo, j\u00e1 que na regi\u00e3o eventos clim\u00e1ticos extremos est\u00e3o cada vez mais frequentes, al\u00e9m de sinais de instabilidade no regime h\u00eddrico, influenciados tanto pelas mudan\u00e7as clim\u00e1ticas quanto pelas transforma\u00e7\u00f5es no uso da terra\u201d, diz Bruno Ferreira, pesquisador da equipe da Amaz\u00f4nia do MapBiomas e do Imazon.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2025, a superf\u00edcie de \u00e1gua na Amaz\u00f4nia ficou 2,6% acima da m\u00e9dia hist\u00f3rica. No entanto, essa melhora n\u00e3o foi uniforme: 20 sub-bacias (37% do total) no bioma ainda apresentam superf\u00edcie de \u00e1gua abaixo da m\u00e9dia hist\u00f3rica. Esses eventos afetam especialmente as comunidades ribeirinhas, das quais pelo menos 50% est\u00e3o localizadas at\u00e9 50 km dos 12 principais rios da Amaz\u00f4nia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2025, a superf\u00edcie de \u00e1gua no Pantanal ficou 56% abaixo da m\u00e9dia hist\u00f3rica (m\u00e9dia hist\u00f3rica de 1,56 milh\u00f5es de hectares de 1985 a 2025), sendo o \u00fanico bioma brasileiro em que todos os meses do ano ficaram abaixo da m\u00e9dia. Em <strong>2025 <\/strong>o bioma apresentou uma superf\u00edcie de \u00e1gua anual de <strong>679 mil hectares,<\/strong> 34% acima do registrado em 2024, com 506 mil hectares, quando o bioma registrou uma seca hist\u00f3rica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Superf\u00edcie de \u00e1gua por d\u00e9cada vem caindo desde 1985<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em 2025, o Brasil apresentou uma superf\u00edcie de \u00e1gua de 18,2 milh\u00f5es de hectares \u2014 n\u00famero 5,3% superior aos 17,2 milh\u00f5es de hectares registrados em 2024, ambos abaixo da m\u00e9dia hist\u00f3rica (de 18,5 milh\u00f5es de hectares). Atualmente,&nbsp; a superf\u00edcie de \u00e1gua representa 2% do territ\u00f3rio nacional em 2025.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;A an\u00e1lise por d\u00e9cada revela tend\u00eancia de redu\u00e7\u00e3o cont\u00ednua da superf\u00edcie de \u00e1gua no Brasil:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 1985-1994: m\u00e9dia de 19,86 milh\u00f5es de hectares<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 1995-2004: m\u00e9dia de 18,71 milh\u00f5es de hectares<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 2005-2014: m\u00e9dia de 18,16 milh\u00f5es de hectares<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 2015-2024: m\u00e9dia de 17,28 milh\u00f5es de hectares<\/p>\n\n\n\n<p>A \u00faltima d\u00e9cada (2015-2024) apresentou uma redu\u00e7\u00e3o de 887 mil hectares em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 d\u00e9cada anterior. Entre a primeira d\u00e9cada (1985-1994) e a \u00faltima (2015-2024), a m\u00e9dia de superf\u00edcie de \u00e1gua reduziu em 2,6 milh\u00f5es de hectares.<br><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cMesmo com sinais pontuais de recupera\u00e7\u00e3o, a situa\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 preocupante no longo prazo. Ao longo das \u00faltimas quatro d\u00e9cadas, observa-se uma tend\u00eancia de redu\u00e7\u00e3o da superf\u00edcie de \u00e1gua no Brasil. Como se trata de um par\u00e2metro naturalmente din\u00e2mico, n\u00e3o podemos olhar apenas para o dado de 2025 de forma isolada\u201d, comenta Juliano Schirmbeck, coordenador t\u00e9cnico do MapBiomas \u00c1gua.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Corpos h\u00eddricos: ganho em antr\u00f3picos, perda em naturais<\/strong><br><br>Em todo o Brasil, 76,7% da superf\u00edcie de \u00e1gua dos corpos h\u00eddricos mapeados \u00e9 natural; 23,3% s\u00e3o antr\u00f3picos. Houve ganho de +1,7 milh\u00e3o de hectares (69%) de corpos h\u00eddricos antr\u00f3picos em 2025 em rela\u00e7\u00e3o a 1985. Em contrapartida, a perda de corpos h\u00eddricos naturais em 2025, na compara\u00e7\u00e3o com 1985, foi de -3,2 milh\u00f5es de hectares (19%).<\/p>\n\n\n\n<p>A Amaz\u00f4nia possui a maior \u00e1rea de superf\u00edcie de \u00e1gua natural (10 milh\u00f5es de hectares), superior \u00e0 \u00e1rea do estado de Pernambuco. Nesse bioma, 92,7% da superf\u00edcie de \u00e1gua mapeada \u00e9 natural. O Pantanal apresenta uma configura\u00e7\u00e3o semelhante: mais de 99% da superf\u00edcie de \u00e1gua do Pantanal \u00e9 natural.<\/p>\n\n\n\n<p>A Mata Atl\u00e2ntica \u00e9 o bioma com maior \u00e1rea de corpos h\u00eddricos antr\u00f3picos: 1,3 milh\u00e3o de hectares, ou 61,5% da superf\u00edcie de \u00e1gua mapeada nesse bioma. Em termos proporcionais, por\u00e9m, a Caatinga \u00e9 o bioma com maior propor\u00e7\u00e3o de corpos h\u00eddricos antr\u00f3picos (78%).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O Cerrado, por sua vez, foi o bioma com a maior propor\u00e7\u00e3o (55,1%) de superf\u00edcie de \u00e1gua em hidrel\u00e9tricas em 2025. Pouco mais de um ter\u00e7o (34,4%) da superf\u00edcie de \u00e1gua no Cerrado \u00e9 natural. J\u00e1 o Pampa, apesar de ser o segundo menor bioma no Brasil, apresentou a segunda maior \u00e1rea de superf\u00edcie de \u00e1gua em reservat\u00f3rios, cerca de 181 mil hectares. No entanto, a superf\u00edcie de \u00e1gua natural ocupa 88,1% do total mapeado no bioma.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Os estados que mais ganharam ou perderam superf\u00edcie de \u00e1gua<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Mato Grosso do Sul e Mato Grosso lideram o ranking dos estados que em 2025 estiveram com a superf\u00edcie de \u00e1gua abaixo da m\u00e9dia hist\u00f3rica (1985 a 2025), com redu\u00e7\u00f5es de 527 mil hectares e 336 mil hectares, respectivamente. Os dois estados englobam a Regi\u00e3o Hidrogr\u00e1fica do Paraguai, que perdeu mais da metade (53,8%, que correspondem a 877 mil hectares) da superf\u00edcie de \u00e1gua em 2025 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia hist\u00f3rica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O Par\u00e1 apresentou o maior ganho de superf\u00edcie de \u00e1gua no pa\u00eds: 142 mil hectares em 2025 acima da m\u00e9dia hist\u00f3rica (1985-2025). Goi\u00e1s foi o segundo estado com maior ganho de superf\u00edcie de \u00e1gua em 2025. A regi\u00e3o teve um aumento de 91 mil hectares de superf\u00edcie de \u00e1gua. Amazonas aparece em terceiro lugar, com ganho de superf\u00edcie de \u00e1gua de 87 mil hectares em 2025 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia hist\u00f3rica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quase metade dos munic\u00edpios perderam superf\u00edcie de \u00e1gua<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em 2025, quase metade (45%, ou 2.511) dos munic\u00edpios brasileiros esteve com superf\u00edcie de \u00e1gua abaixo da m\u00e9dia hist\u00f3rica.<\/p>\n\n\n\n<p>Os munic\u00edpios com maior retra\u00e7\u00e3o da superf\u00edcie de \u00e1gua em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia hist\u00f3rica est\u00e3o nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, que s\u00e3o influenciados pelas varia\u00e7\u00f5es que ocorrem no bioma Pantanal. Corumb\u00e1 (MS) registrou perda de 474 mil hectares e C\u00e1ceres (MT) perdeu 189 mil hectares em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia hist\u00f3rica.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA din\u00e2mica das \u00e1guas no Pantanal mudou; a d\u00e9cada de 80 foi marcada por grandes inunda\u00e7\u00f5es, mas desde 2019 a regi\u00e3o enfrenta secas prolongadas. Os per\u00edodos secos e \u00famidos s\u00e3o essenciais na manuten\u00e7\u00e3o da biodiversidade no bioma. A Bacia do Alto Paraguai e os estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul refletem essa din\u00e2mica registrada pela varia\u00e7\u00e3o da \u00e1gua no bioma\u201d, explica Mariana Dias, pesquisadora da equipe do Pantanal do MapBiomas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Cerrado \u00e9 o bioma com a maior propor\u00e7\u00e3o de superf\u00edcie de \u00e1gua em hidrel\u00e9tricas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No Brasil, 76,7% da superf\u00edcie de \u00e1gua dos corpos h\u00eddricos mapeados \u00e9 natural, enquanto 23,3% s\u00e3o antr\u00f3picos. Entre 1985 e 2025, os corpos h\u00eddricos antr\u00f3picos ganharam 1,7 milh\u00e3o de hectares, crescimento de 69%. No mesmo per\u00edodo, os corpos h\u00eddricos naturais perderam 3,2 milh\u00f5es de hectares, redu\u00e7\u00e3o de 19%.<\/p>\n\n\n\n<p>A Amaz\u00f4nia concentra a maior \u00e1rea de superf\u00edcie de \u00e1gua natural do pa\u00eds: 10 milh\u00f5es de hectares, superior \u00e0 \u00e1rea do estado de Pernambuco. Nesse bioma, 92,7% da superf\u00edcie de \u00e1gua mapeada \u00e9 natural. O Pantanal apresenta configura\u00e7\u00e3o semelhante, com mais de 99% da superf\u00edcie de \u00e1gua classificada como natural.<br><br>Na Mata Atl\u00e2ntica, os corpos h\u00eddricos antr\u00f3picos somam 1,3 milh\u00e3o de hectares, o que representa 61,5% da superf\u00edcie de \u00e1gua mapeada no bioma. Em termos proporcionais, por\u00e9m, a Caatinga registra a maior participa\u00e7\u00e3o de corpos h\u00eddricos antr\u00f3picos: 78% do total.<\/p>\n\n\n\n<p>O Cerrado se destaca por concentrar a maior propor\u00e7\u00e3o de superf\u00edcie de \u00e1gua em hidrel\u00e9tricas: 55,1% em 2025. Apenas 34,4% da superf\u00edcie de \u00e1gua no bioma \u00e9 natural. J\u00e1 o Pampa, segundo menor bioma do Brasil, apresentou a segunda maior \u00e1rea de superf\u00edcie de \u00e1gua em reservat\u00f3rios, com cerca de 181 mil hectares, embora a \u00e1gua natural ainda responda por 88,1% do total mapeado no bioma.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>16 de junho de 2026 MapBiomas identifica aumento da superf\u00edcie coberta por \u00e1gua na regi\u00e3o amaz\u00f4nica em 2025, com Par\u00e1 e Amazonas liderando ganhos no bioma; Pantanal fica 56% abaixo da m\u00e9dia hist\u00f3rica, o pior resultado entre biomas brasileiros Ap\u00f3s dois anos consecutivos de seca severa, a Amaz\u00f4nia recuperou a superf\u00edcie de \u00e1gua em 2025, [&hellip;]<\/p>","protected":false},"author":25,"featured_media":9055,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_uag_custom_page_level_css":""},"categories":[1],"tags":[],"acf":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2026\/06\/738a9d9c-4ff6-4ed3-8c7d-6e285415cc63-1.png",1537,1023,false],"thumbnail":["https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2026\/06\/738a9d9c-4ff6-4ed3-8c7d-6e285415cc63-1-400x300.png",400,300,true],"medium":["https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2026\/06\/738a9d9c-4ff6-4ed3-8c7d-6e285415cc63-1-300x200.png",300,200,true],"medium_large":["https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2026\/06\/738a9d9c-4ff6-4ed3-8c7d-6e285415cc63-1-768x511.png",768,511,true],"large":["https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2026\/06\/738a9d9c-4ff6-4ed3-8c7d-6e285415cc63-1-1024x682.png",1024,682,true],"1536x1536":["https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2026\/06\/738a9d9c-4ff6-4ed3-8c7d-6e285415cc63-1.png",1536,1022,false],"2048x2048":["https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2026\/06\/738a9d9c-4ff6-4ed3-8c7d-6e285415cc63-1.png",1537,1023,false],"trp-custom-language-flag":["https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2026\/06\/738a9d9c-4ff6-4ed3-8c7d-6e285415cc63-1-18x12.png",18,12,true],"infographic":["https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2026\/06\/738a9d9c-4ff6-4ed3-8c7d-6e285415cc63-1-970x545.png",970,545,true],"team":["https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2026\/06\/738a9d9c-4ff6-4ed3-8c7d-6e285415cc63-1-370x370.png",370,370,true]},"uagb_author_info":{"display_name":"carolinacalvet","author_link":"https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/en\/author\/carolinacalvet\/"},"uagb_comment_info":3,"uagb_excerpt":"16 de junho de 2026 MapBiomas identifica aumento da superf\u00edcie coberta por \u00e1gua na regi\u00e3o amaz\u00f4nica em 2025, com Par\u00e1 e Amazonas liderando ganhos no bioma; Pantanal fica 56% abaixo da m\u00e9dia hist\u00f3rica, o pior resultado entre biomas brasileiros Ap\u00f3s dois anos consecutivos de seca severa, a Amaz\u00f4nia recuperou a superf\u00edcie de \u00e1gua em 2025,&hellip;","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9053"}],"collection":[{"href":"https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/25"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9053"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9053\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9056,"href":"https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9053\/revisions\/9056"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9055"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9053"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9053"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9053"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}