{"id":6032,"date":"2024-11-21T14:35:04","date_gmt":"2024-11-21T17:35:04","guid":{"rendered":"https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/?p=6032"},"modified":"2024-12-10T08:06:27","modified_gmt":"2024-12-10T11:06:27","slug":"brasil-queimou-uma-area-do-tamanho-do-tocantins-de-janeiro-a-outubro-de-2024","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/en\/2024\/11\/21\/brasil-queimou-uma-area-do-tamanho-do-tocantins-de-janeiro-a-outubro-de-2024\/","title":{"rendered":"From January to October 2024, the area affected by burns in Brazil is equivalent to the state of Tocantins.\u00a0"},"content":{"rendered":"<p><strong>21 de novembro de 2024<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>De janeiro a outubro de 2024, a \u00e1rea afetada por queimadas no Brasil equivale ao estado do Tocantins. Foram 27,6 milh\u00f5es de hectares, uma \u00e1rea 119% maior do que o total queimado no mesmo per\u00edodo do ano passado. Foram 15 milh\u00f5es de hectares a mais, na compara\u00e7\u00e3o com 2023 &#8211; mais que todo o Cear\u00e1. Os dados s\u00e3o do<a href=\"https:\/\/storage.googleapis.com\/mapbiomas-fogo-maps\/Mapbiomas-Fogo-Destaques.pdf\"> Fire Monitor<\/a>, do MapBiomas e apontam que este foi o pior ano da s\u00e9rie hist\u00f3rica, que teve in\u00edcio em 2019.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>O principal foco do fogo foi a vegeta\u00e7\u00e3o nativa, que respondeu por tr\u00eas em cada quatro hectares queimados (74%) de janeiro a outubro. Forma\u00e7\u00f5es florestais concentraram um quarto (25%) do total. Mais da metade (55%) de tudo que foi queimado no per\u00edodo foi na Amaz\u00f4nia: 15,1 milh\u00f5es de hectares. O Cerrado vem em seguida, com 9,4 milh\u00f5es de hectares, sendo que 85% (ou 8 milh\u00f5es de hectares) ocorreram em \u00e1reas de vegeta\u00e7\u00e3o nativa. Trata-se de um aumento de 97% em compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo de 2023.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/11\/10_Boletim_fogo_Outubro2024.pdf\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/11\/10_Boletim_fogo_Outubro2024.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Acesse os dados do Monitor do Fogo de Outubro de 2024<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>No Pantanal, a \u00e1rea queimada entre janeiro e outubro de 2024 aumentou 1.017%. Foram 1,8 milh\u00e3o de hectares \u2013 ou 1,6 milh\u00e3o a mais que o mesmo per\u00edodo do ano passado. J\u00e1 no caso do Pampa, os 3,2 mil hectares queimados nos dez primeiros meses do ano representam o menor valor observado nos \u00faltimos tr\u00eas anos, para esse mesmo per\u00edodo, o que decorre do maior volume de chuvas em 2024. Tamb\u00e9m houve queda na \u00e1rea queimada na Caatinga: foram 233 mil hectares, ou uma redu\u00e7\u00e3o de 49% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2023, embora 85% da \u00e1rea queimada tenha ocorrido em vegeta\u00e7\u00e3o nativa. No caso da Mata Atl\u00e2ntica, foram 993 mil hectares nesse per\u00edodo, 71% dos quais em \u00e1reas agropecu\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p>Mato Grosso respondeu por um quarto (24%) da \u00e1rea queimada em todo o Brasil (6,7 milh\u00f5es de hectares), seguido por Par\u00e1 e Tocantins, com 6,1 milh\u00f5es e 2,7 milh\u00f5es de hectares, respectivamente. Juntos, esses tr\u00eas estados totalizaram 56% da \u00e1rea queimada no per\u00edodo. Os munic\u00edpios de S\u00e3o F\u00e9lix do Xingu (PA) e Corumb\u00e1 (MS) registraram as maiores \u00e1reas queimadas entre janeiro e outubro de 2024, com 1,4 milh\u00e3o de hectares e 795 mil hectares, respectivamente.<\/p>\n\n\n\n<p>As pastagens foram as \u00e1reas de uso antr\u00f3pico que mais queimaram no per\u00edodo, representando 21% de toda a \u00e1rea queimada este ano no pa\u00eds. Foram 5,7 milh\u00f5es de hectares de pastagens queimados entre janeiro e outubro de 2024 &#8211; um aumento de 58% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2023. A Amaz\u00f4nia foi o bioma com a maior \u00e1rea de pastagens queimadas nos dez primeiros meses deste ano: 4,9 milh\u00f5es de hectares. As pastagens rec\u00e9m-plantadas foram as que mais queimaram, correspondendo a 39% do total, e na Amaz\u00f4nia essa propor\u00e7\u00e3o foi ainda maior: alcan\u00e7ando 86%. Com o objetivo de apresentar um panorama sobre a ocorr\u00eancia de fogo em pastagens no Brasil, as equipes do MapBiomas elaboraram uma <a href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1xc1xCvkTduKV4ylDQWkhtIzQjcpcXrai\/view\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1xc1xCvkTduKV4ylDQWkhtIzQjcpcXrai\/view\">technical note<\/a> detalhando a rela\u00e7\u00e3o entre o fogo e as pastagens plantadas, tanto historicamente quanto em 2024.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A incid\u00eancia do fogo variou de acordo com a qualidade da pastagem. No per\u00edodo analisado, as pastagens de alto vigor foram as mais afetadas, representando 56% do total dos pastos afetados pelo fogo, seguidas pelas de m\u00e9dio vigor (31%) e as de baixo vigor (13%). A predomin\u00e2ncia do fogo em pastagens de alto vigor concentrou-se principalmente na Amaz\u00f4nia. No Cerrado, Caatinga e Pantanal, mais de 47% da \u00e1rea de pastagem queimada em 2024 ocorreu em pastagens estabelecidas entre 30 e 39 anos atr\u00e1s. Na Mata Atl\u00e2ntica, 89% das \u00e1reas de pastagem afetadas pelo fogo em 2024 foram estabelecidas antes de 1994.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Outubro responde por quase um quinto da \u00e1rea queimada este ano no Brasil&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A \u00e1rea queimada em outubro foi de 5,2 milh\u00f5es de hectares, ou 18,8% do total registrado este ano. \u00c9 como se todo o estado do Rio Grande do Norte tivesse queimado em um m\u00eas. Em compara\u00e7\u00e3o com 2023, houve um aumento de 42%, ou 1,5 milh\u00e3o de hectares a mais. Tr\u00eas quartos (75%) da \u00e1rea queimada em outubro ocorreram em vegeta\u00e7\u00e3o nativa, principalmente forma\u00e7\u00f5es florestais, que responderam por 39% do total queimado no m\u00eas. Mais uma vez, as pastagens se destacam entre as \u00e1reas de uso agropecu\u00e1rio queimadas em outubro, com 21% do total do per\u00edodo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Quase tr\u00eas em cada quatro hectares queimados em outubro (73%) ocorreram&nbsp; na Amaz\u00f4nia, onde 3,8 milh\u00f5es de hectares foram queimados no m\u00eas passado \u2013 um aumento de 59% em rela\u00e7\u00e3o a 2023. Nesse bioma, a forma\u00e7\u00e3o florestal foi o tipo de vegeta\u00e7\u00e3o nativa mais impactado, representando quase metade (49%) da \u00e1rea queimada na Amaz\u00f4nia em outubro (1,9 milh\u00f5es de hectares). Al\u00e9m disso, mais de um quarto (26%) do total queimado na Amaz\u00f4nia foi de pastagem, que foi a classe de uso antr\u00f3pico mais afetada, com 1 milh\u00e3o de hectares queimados.<\/p>\n\n\n\n<p>Pela primeira vez desde o in\u00edcio do monitoramento do fogo em 2019, no per\u00edodo de janeiro a outubro, a \u00e1rea de forma\u00e7\u00e3o florestal queimada no bioma Amaz\u00f4nia superou a \u00e1rea de pastagens atingidas, revelando um avan\u00e7o preocupante da destrui\u00e7\u00e3o em regi\u00f5es naturalmente preservadas.<\/p>\n\n\n\n<p>O Cerrado \u00e9 o segundo bioma com maior \u00e1rea queimada em outubro, com 934 mil de hectares queimados. A maioria das \u00e1reas queimadas foram em vegeta\u00e7\u00e3o nativa (86% ou 806 mil hectares), sendo que mais da metade (52%) foram de forma\u00e7\u00f5es sav\u00e2nicas (481 mil de hectares).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No Pantanal, 261 mil hectares queimaram em outubro, ou 14% do total dos primeiros dez meses deste ano. A quase totalidade (97%) do que foi queimado no m\u00eas passado foi em vegeta\u00e7\u00e3o nativa, sendo 36% em campo alagado e \u00e1rea pantanosa e 32% em forma\u00e7\u00e3o campestre.<\/p>\n\n\n\n<p>Na Mata Atl\u00e2ntica, foram queimados 96 mil hectares em outubro &#8211; um aumento de 375% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia anterior. A classe antr\u00f3pica mais impactada foi a cana-de-a\u00e7\u00facar, com 30 mil hectares queimados no m\u00eas passado.<\/p>\n\n\n\n<p>Os estados que mais queimaram nesse m\u00eas foram Par\u00e1 (1,5 milh\u00f5es de hectares), Mato Grosso (1,1 milh\u00f5es de hectares) e Rond\u00f4nia (574 mil hectares). Todos os tr\u00eas munic\u00edpios com maior \u00e1rea queimada no per\u00edodo ficam no Par\u00e1: S\u00e3o F\u00e9lix do Xingu (369 mil hectares), Altamira (200 mil hectares) e Novo Progresso (196 mil hectares).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Amaz\u00f4nia e Cerrado concentram 92% da \u00e1rea queimada de pastagens plantadas no Brasil desde 1985<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Com base em dados hist\u00f3ricos detalhados na <a href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1xc1xCvkTduKV4ylDQWkhtIzQjcpcXrai\/view\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1xc1xCvkTduKV4ylDQWkhtIzQjcpcXrai\/view\">technical note<\/a>, observa-se que o fogo afetou quase metade (44%) das pastagens plantadas no Brasil pelo menos uma vez entre 1985 e 2023, ou 72,6 milh\u00f5es de hectares. Nesse per\u00edodo, as pastagens plantadas foram a segunda classe de cobertura e uso da terra mais queimada no Brasil, atr\u00e1s somente da classe de forma\u00e7\u00e3o sav\u00e2nica. A maior parte desse total (68%, ou 49,3 milh\u00f5es de hectares) ocorreu na&nbsp; Amaz\u00f4nia, onde 83% dos 59 milh\u00f5es de hectares ocupados por pastagens no bioma queimaram pelo menos uma vez nos \u00faltimos 39 anos. Em seguida vem o Cerrado, com 24%, ou 17,3 milh\u00f5es de hectares. Embora correspondam a 67% de toda a \u00e1rea ocupada por pastagens plantadas no Brasil, esses biomas respondem pela quase totalidade (92%) da \u00e1rea de pastagem queimada no Brasil pelo menos uma vez nos \u00faltimos 39 anos.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No caso das \u00e1reas queimadas mais de uma vez, o percentual total no Brasil \u00e9 de 67%. Na Amaz\u00f4nia, essa recorr\u00eancia foi ainda maior, com 76% das pastagens queimando duas ou mais vezes; destas, 41% queimaram entre duas e tr\u00eas vezes, e 34% mais de quatro vezes. No Cerrado, 20% das \u00e1reas queimadas registraram fogo duas vezes, e 32% mais de tr\u00eas vezes ao longo do per\u00edodo de an\u00e1lise.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora representem 18%, 14% e 2% da \u00e1rea total de pastagens plantadas do pa\u00eds, a Mata Atl\u00e2ntica e a Caatinga responderam por 3% cada, e o Pantanal por 2% da \u00e1rea queimada em pastagens plantadas. \u201cA menor ocorr\u00eancia de fogo nesses biomas pode estar associada tanto \u00e0s suas menores extens\u00f5es de pastagens plantadas quando comparadas a Amaz\u00f4nia e ao Cerrado, quanto \u00e0s pr\u00e1ticas agropecu\u00e1rias mais consolidadas, mais capitalizadas e menos intensivas em uso do fogo, principalmente para a Mata Atl\u00e2ntica\u201d, acrescenta o professor Laerte Ferreira, coordenador da equipe da pastagem do MapBiomas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O Pantanal apresentou a menor \u00e1rea de pastagens plantadas dentre os biomas analisados, mas com uma alta propor\u00e7\u00e3o afetada pelo fogo: 1,4 milh\u00f5es de hectares foram queimados, correspondendo a mais da metade dos 2,5 milh\u00f5es de hectares de pastagens plantadas existentes no bioma. Ele apresenta um padr\u00e3o de recorr\u00eancia intermedi\u00e1rio: 40% das \u00e1reas de pastagens queimadas foram afetadas uma \u00fanica vez, 40% registraram entre duas e tr\u00eas queimadas, e 20% queimaram mais de quatro vezes durante os 39 anos analisados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A \u00e1rea de pastagens queimadas variou ao longo dos anos, com uma m\u00e9dia anual de 4,6 milh\u00f5es de hectares queimados, ou um quarto da \u00e1rea queimada anualmente (18 milh\u00f5es ha\/ano). \u201cEssa varia\u00e7\u00e3o reflete os contextos econ\u00f4micos e pol\u00edticos que impulsionam as mudan\u00e7as de uso da terra e as flutua\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas. Fen\u00f4menos como o El Ni\u00f1o causaram secas extremas e epis\u00f3dicas, impactando diretamente a extens\u00e3o das \u00e1reas queimadas, especialmente em anos cr\u00edticos como, por exemplo, 1987\/1988, 1998\/1999, 2005, 2007 e 2010, entre outros. Nesses per\u00edodos registra-se uma \u00e1rea queimada maior, caracterizada por picos na s\u00e9rie temporal devido a condi\u00e7\u00f5es de estiagem prolongada, o que aumenta a inflamabilidade da vegeta\u00e7\u00e3o e favorece a propaga\u00e7\u00e3o do fogo, incluindo em \u00e1reas de pastagem\u201d,&nbsp; comenta Ane Alencar, diretora de Ci\u00eancia do IPAM e coordenadora do MapBiomas Fogo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2023 o Brasil possu\u00eda 164,5 milh\u00f5es de hectares de pastagens plantadas, ou 19% do territ\u00f3rio nacional. Elas respondem por 59% da \u00e1rea destinada \u00e0 agropecu\u00e1ria no pa\u00eds. Desde 1985, as pastagens aumentaram em 82%, com Amaz\u00f4nia (59 milh\u00f5es de hectares) e Cerrado (51 milh\u00f5es de hectares) concentrando a maior parte dessa expans\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>21 de novembro de 2024 De janeiro a outubro de 2024, a \u00e1rea afetada por queimadas no Brasil equivale ao estado do Tocantins. Foram 27,6 milh\u00f5es de hectares, uma \u00e1rea 119% maior do que o total queimado no mesmo per\u00edodo do ano passado. 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