{"id":5429,"date":"2024-09-13T07:49:30","date_gmt":"2024-09-13T10:49:30","guid":{"rendered":"https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/?p=5429"},"modified":"2024-09-19T10:58:51","modified_gmt":"2024-09-19T13:58:51","slug":"agosto-responde-por-quase-metade-da-area-queimada-no-brasil-em-2024","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/en\/2024\/09\/13\/agosto-responde-por-quase-metade-da-area-queimada-no-brasil-em-2024\/","title":{"rendered":"August accounts for almost half of the burnt area in Brazil in 2024"},"content":{"rendered":"<p>Com 5,65 milh\u00f5es de hectares queimados, o m\u00eas de agosto responde por quase metade (49%) da \u00e1rea queimada no Brasil desde janeiro deste ano. \u00c9 o que mostra o <a href=\"https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/09\/8_Boletim_fogo_Agosto2024-2.pdf\">mais recente levantamento do Monitor do Fogo<\/a>, do MapBiomas, lan\u00e7ado dia 12 de setembro. Essa extens\u00e3o \u00e9 equivalente a todo o estado da Para\u00edba (que tem 5,6 milh\u00f5es de hectares). Na compara\u00e7\u00e3o com agosto de 2023, foi um salto de 149%. Isso significa que 3,3 milh\u00f5es de hectares foram queimados a mais no m\u00eas passado na compara\u00e7\u00e3o com agosto de 2023. Foi o pior agosto da s\u00e9rie do Monitor de Fogo, iniciada em 2019. As pastagens respondem por um em cada quatro hectares queimados (24%) e se destacam como a \u00e1rea de uso agropecu\u00e1rio que mais queimou em agosto.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o Paulo foi um dos destaques do per\u00edodo: 86% (ou 370 mil hectares) da \u00e1rea queimada no estado entre janeiro e agosto deste ano ocorreu no m\u00eas passado. O fogo atingiu predominantemente \u00e1reas agropecu\u00e1rias (88,7%), especialmente de cultivo de cana-de-a\u00e7\u00facar, com 236 mil hectares queimados. Os munic\u00edpios mais afetados foram Ribeir\u00e3o Preto, Sert\u00e3ozinho e Pitangueiras.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/09\/8_Boletim_fogo_Agosto2024-2.pdf\">&gt;&gt; Acesse o boletim do fogo agosto de 2024<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Quase dois ter\u00e7os (65%) da extens\u00e3o queimada em agosto foi em vegeta\u00e7\u00e3o nativa, com as forma\u00e7\u00f5es sav\u00e2nicas respondendo por um quarto (25%) da \u00e1rea queimada no m\u00eas. Com isso, o Cerrado foi o bioma com a maior \u00e1rea queimada em agosto de 2024, com 2,4 milh\u00f5es de hectares, ou 43% de toda a \u00e1rea queimada no Brasil no per\u00edodo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAgosto trouxe um cen\u00e1rio alarmante para o Cerrado, com um aumento expressivo da \u00e1rea queimada, a maior nos \u00faltimos seis anos. O bioma, que \u00e9 extremamente vulner\u00e1vel durante a estiagem, viu a maior extens\u00e3o de queimadas nos \u00faltimos seis anos, refletindo a baixa qualidade do ar nas cidades.\u201d detalha Vera Arruda, pesquisadora no IPAM e coordenadora t\u00e9cnica do Monitor do Fogo.<\/p>\n\n\n\n<p>Com 2 milh\u00f5es de hectares queimados, a Amaz\u00f4nia vem em seguida. Dois estados que mais queimaram em agosto ficam na Amaz\u00f4nia: Mato Grosso e Par\u00e1; em seguida, vem Mato Grosso do Sul. Os munic\u00edpios de S\u00e3o F\u00e9lix do Xingu (PA), Corumb\u00e1 (MS) e Porto Murtinho (MS) foram os que apresentaram as maiores \u00e1reas queimadas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cNo m\u00eas de agosto, o fogo na Amaz\u00f4nia avan\u00e7ou de maneira preocupante, com um aumento significativo na \u00e1rea queimada em compara\u00e7\u00e3o ao ano passado. Trinta por cento da \u00e1rea queimada foi de forma\u00e7\u00e3o florestal. A combina\u00e7\u00e3o de atividades humanas e condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas desfavor\u00e1veis, como a seca, est\u00e1 intensificando a ocorr\u00eancia de inc\u00eandios, especialmente em \u00e1reas de pastagem e vegeta\u00e7\u00e3o nativa,\u201d diz Ane Alencar, diretora de Ci\u00eancias do IPAM e coordenadora do MapBiomas Fogo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/09\/incendio-florestal-bsb2_mcamgo_abr_24082024-2_17-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5431\" width=\"1024\" height=\"683\" srcset=\"https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/09\/incendio-florestal-bsb2_mcamgo_abr_24082024-2_17-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/09\/incendio-florestal-bsb2_mcamgo_abr_24082024-2_17-300x200.jpg 300w, https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/09\/incendio-florestal-bsb2_mcamgo_abr_24082024-2_17-768x512.jpg 768w, https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/09\/incendio-florestal-bsb2_mcamgo_abr_24082024-2_17-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/09\/incendio-florestal-bsb2_mcamgo_abr_24082024-2_17-2048x1365.jpg 2048w, https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/09\/incendio-florestal-bsb2_mcamgo_abr_24082024-2_17-18x12.jpg 18w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Inc\u00eandio em \u00e1rea de Cerrado pr\u00f3xima ao aeroporto de Bras\u00edlia em agosto deste ano. Foto: Marcelo Camargo\/Ag\u00eancia Brasil<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>\u00c1rea queimada no Brasil este ano mais que dobrou<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Com o crescimento da \u00e1rea queimada no Brasil em agosto, o total acumulado desde janeiro mais que dobrou em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2023. Foram 11,39 milh\u00f5es de hectares \u2013 6 milh\u00f5es de hectares a mais, ou um crescimento de 116%, na compara\u00e7\u00e3o com o ano passado. Quase tr\u00eas em cada quatro hectares (70%) queimados foram de vegeta\u00e7\u00e3o nativa, principalmente em forma\u00e7\u00f5es campestres, que representaram um quarto (24,7%) de toda a \u00e1rea queimada no Brasil nos oito primeiros meses deste ano.&nbsp; As pastagens lideram as \u00e1reas de uso agropecu\u00e1rio queimadas no per\u00edodo, com 2,4 milh\u00f5es de hectares.<\/p>\n\n\n\n<p>A \u00e1rea queimada em S\u00e3o Paulo nos primeiros oito meses do ano foi de 430 mil hectares. Especificamente em agosto houve um aumento de 2.510% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia dos \u00faltimos seis anos, foram 356 mil hectares queimados a mais do que no mesmo m\u00eas em anos anteriores.&nbsp; \u201cGrande parte dos inc\u00eandios observados em S\u00e3o Paulo tiveram in\u00edcio em \u00e1reas agr\u00edcolas, principalmente nas planta\u00e7\u00f5es de cana-de-a\u00e7\u00facar, que foram as \u00e1reas mais afetadas do estado. Alguns fatores como a baixa umidade do ar, ventos fortes e presen\u00e7a de material combust\u00edvel, como mat\u00e9ria org\u00e2nica seca, contribuem com a r\u00e1pida propaga\u00e7\u00e3o do fogo. Esses eventos trazem graves consequ\u00eancias \u00e0 sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o, \u00e0 infraestrutura local e ao meio ambiente e medidas mais eficazes de preven\u00e7\u00e3o e controle se fazem necess\u00e1rias para reduzir os riscos associados ao fogo\u201d, comenta Nat\u00e1lia Crusco, coordenadora t\u00e9cnica da equipe da Mata Atl\u00e2ntica do MapBiomas.<\/p>\n\n\n\n<p>O estado do Mato Grosso concentrou 21% da \u00e1rea queimada no Brasil entre janeiro e agosto deste ano, com 2,3 milh\u00f5es de hectares. Roraima, com 1,99 milh\u00e3o de hectares (17% do total), e Par\u00e1, com 1,56 milh\u00e3o (14% do total), ficaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente. Embora esses tr\u00eas estados respondam por mais da metade (52%) da \u00e1rea queimada no per\u00edodo, \u00e9 no Mato Grosso do Sul que fica o munic\u00edpio com maior \u00e1rea queimada entre janeiro e agosto de 2024: Corumb\u00e1 (616.980 hectares). S\u00e3o F\u00e9lix do Xingu (PA) e Amajari (RR) v\u00eam na sequ\u00eancia, em segundo e terceiro lugares, com 277.951 hectares e 250.949 hectares, respectivamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Os tr\u00eas estados que mais queimaram nos oito primeiros meses deste ano ficam na Amaz\u00f4nia \u2013 bioma que concentrou 48% de toda a \u00e1rea queimada no Brasil no per\u00edodo: 5,4 milh\u00f5es de hectares.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00c1rea queimada no Pantanal foi 249% maior<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Entre janeiro e agosto de 2024, a \u00e1rea queimada no Pantanal aumentou 249%&nbsp; em compara\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia dos cinco anos anteriores. Foram 1,22 milh\u00e3o de hectares, 874 mil hectares a mais que a m\u00e9dia. Mais da metade (52%) desse total queimou em agosto. Os 648 mil hectares queimados em agosto representam a maior \u00e1rea queimada j\u00e1 observada no Pantanal para esse m\u00eas pelo Monitor do Fogo do MapBiomas. &#8220;A aten\u00e7\u00e3o para a alta incid\u00eancia de inc\u00eandios permanece, visto que o m\u00eas de setembro \u00e9 historicamente o m\u00eas que mais queima no bioma, que passa por um per\u00edodo de seca extrema&#8221;, alerta Eduardo Rosa, do MapBiomas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/09\/Pantanal.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-5434\" width=\"1025\" height=\"769\" srcset=\"https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/09\/Pantanal.webp 1024w, https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/09\/Pantanal-300x225.webp 300w, https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/09\/Pantanal-400x300.webp 400w, https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/09\/Pantanal-768x576.webp 768w, https:\/\/brasil.mapbiomas.org\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2024\/09\/Pantanal-16x12.webp 16w\" sizes=\"(max-width: 1025px) 100vw, 1025px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Corumb\u00e1 (MS) &#8211; Imagens a\u00e9reas mostram \u00e1reas detonadas pelo fogo no PantanalFoto: Marcelo Camargo\/Ag\u00eancia Brasil<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Pampa \u00e9 o \u00fanico bioma sem aumento da \u00e1rea queimada&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em agosto, 500 mil hectares foram queimados na Mata Atl\u00e2ntica. Isso representa um aumento de 683% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia anterior. O total queimado entre janeiro e agosto deste ano foi de&nbsp; 615 mil hectares. Quase tr\u00eas em cada quatro hectares (72%) eram de \u00e1reas agropecu\u00e1rias, com a cana de a\u00e7\u00facar como a mais impactada, com 215 mil hectares queimados em agosto.<\/p>\n\n\n\n<p>Na Caatinga, 51 mil hectares foram queimados entre janeiro e agosto de 2024, um aumento de 22% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2023, com 66% das queimadas concentradas em forma\u00e7\u00f5es sav\u00e2nicas.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, no Pampa, a \u00e1rea queimada entre janeiro e agosto de 2024 foi de 2,7 mil hectares, sendo o menor valor dos \u00faltimos tr\u00eas anos para esse per\u00edodo. Este padr\u00e3o est\u00e1 associado com a maior umidade observada na regi\u00e3o, com chuvas acima da m\u00e9dia para o per\u00edodo.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com 5,65 milh\u00f5es de hectares queimados, o m\u00eas de agosto responde por quase metade (49%) da \u00e1rea queimada no Brasil desde janeiro deste ano. \u00c9 o que mostra o mais recente levantamento do Monitor do Fogo, do MapBiomas, lan\u00e7ado dia 12 de setembro. 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